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A ilha Graciosa, classificada pela UNESCO como Reserva da Biosfera, é a segunda mais pequena de todo o arquipélago e conta apenas
com 60,66 km2, maioritariamente de zonas planas e serras suaves. Mas embora pequena, esta ilha com apenas 4400 habitantes, tem
muito para descobrir.
A Graciosa, designada por Ilha Branca graças ao traquito – uma rocha vulcânica comum na ilha – tem para dar a conhecer a “catedral”
das cavidades vulcânicas dos Açores, de seu nome Furna do Enxofre. Paralelamente, é imperativo visitar a Caldeira da Graciosa já que
é o elemento paisagístico mais emblemático da ilha. A Caldeirinha de Pêro Botelho enquanto único algar vulcânico da ilha e o Pico
Timão, um dos maiores cones de escórias são também eles grandiosos na sua plenitude.
Na sua orla costeira existem 7 ilhéus, sendo o mais marcante o Ilhéu da Baleia, que se tornou o símbolo da ilha Graciosa, e de todo um
arquipélago, transformado em santuário de cetáceos. Outro símbolo da ilha são as suas Queijadas que deliciam quem as prova. Marcos
da gastronomia são ainda o peixe fresco, o alho, a meloa e os jantares de matança.
A embelezar a ilha surgem aqui e ali os seus moinhos de inspiração holandesa e para relaxar (porque não
depois dos famosos Bailes de Carnaval?) existem ainda as águas termais do Carapacho que convidam a
banhos terapêuticos graças às propriedades “milagrosas” para problemas de pele e ossos.
Graciosa, com apenas quatro freguesias, oferece uma vista privilegiada para outras quatro ilhas, Terceira
à esquerda, São Jorge mesmo à frente, atrás desta o Pico e Faial à sua direita. Um cenário idílico…
*UDFLRVD




