ANDALUZIA
Sevilha
64
Andaluzia
COSTA
DE LA LUZ
COSTA
DEL SOL
COSTA
TROPICAL
COSTA
DE ALMERÍA
HUELVA
SEVILHA
CÓRDOBA
MÁLAGA
CÁDIZ
GRANADA
JAÉN
ALMERÍA
A capital da Comunidade ganhou a pulso
a sua reputação internacional de cidade
alegre e cosmopolita. O seu clima, a sua
gente, o seu passado, o seu presente, a
sua cultura e a sua tradição misturam-se
acertadamente para lhe dar esse caráter
único que a coloca entre os destinos mais
sugestivos do mundo. O pulsar da cidade
sente-se no dia-a-dia nas ruas e praças,
onde os seus habitantes se reúnem
levados por esse impulso de manifestação
coletiva de rua que os carateriza.
A Expo de 92 marcou um antes e um
depois, dotando a cidade das infra-
estruturas necessárias para afrontar o
início do novo século, período que Sevilha
acolheu com um ambicioso projeto de
consolidação a nível mundial.
e alterações dos diferentes monarcas que o
habitaram. As primeiras obras devem-se a
Abderramán II, que iniciou a construção no
séc. IX, para se defender de possíveis ataques,
mas foi o rei e poeta Almutamid que aí decidiu
estabelecer a sua residência e transformou o
interior da fortaleza nummagníco palácio.
A Catedral, terceira em extensão depois da
basílica de São Pedro em Roma e São Paulo em
Londres, foi construída sobre a antiga mesquita
maior, da qual se conserva o pátio das Laranjas,
onde se realizavam as abluções e a Giralda. No
cruzeiro da catedral encontra-se o monumento
a Cristóvão Colombo, concebido para guardar
os restos mortais do almirante.
Nas paredes das diferentes capelas,
encontramos obras de Zurbarán, Murillo, de
Goya, etc.
Em frente da catedral temos o Palácio
Episcopal e ao lado, o Museo Archivo de Índias.
O bairro da Santa Cruz é, a par da Judiaria
de Córdova e o Abaicín de Granada, um dos
recantos mais primorosos da Andaluzia. O
emaranhado de ruas estreitas adornadas com
plantas por onde deslam os turistas não
permite estabelecer um itinerário lógico.
A zona centro é o núcleo administrativo
e comercial. No nal da avenida de la
Constitución, em direção a Norte, na Plaza
Sevilha
VISITA
O que foi o centro amuralhado da cidade é
hoje formado por cinco zonas com identidade
própria. Dois dias podem ser sucientes para
percorrer com relativa calma as seguintes
zonas:
Em primeiro lugar há que destacar, pelo seu
caráter monumental e dimensões, a Catedral,
o Alcazar e seus arredores e o connante e
singular bairro de Santa Cruz, que conserva a
sua morfologia urbana intacta desde que foi
habitado pelos árabes.
Durante a visita passa-se em repetidas
ocasiões pela zona conhecida como o Centro.
É o epicentro da cidade velha e nos seus
arredores foram-se formando as diferentes
zonas da cidade. As ruas e praças pedonais
converteram-se num centro comercial ao ar
livre.
A Catedral, o Alcazar e os seus Arredores
É a zona monumental por excelência e se tiver
pensado visitar o Alcazar, a catedral e subir à
Giralda, itinerário essencial, convém começar
cedo para evitar as longas las que se formam.
O Alcazar (visita 3ª feira a domingo) é um
conjunto de palácios determinados por
uma sucessão de estilos, com acrescentos




